A Oficina: Ritmo, Corpo e Palavra apresenta a performance de encerramento neste domingo no Centro de Referência da Cultura Popular Lagoa do Nado

Posted in Sem categoria on novembro 15, 2019 by babilakbah

A Oficina: Ritmo, Corpo e Palavra apresenta a performance de encerramento neste domingo #oficinaritmocorpoepalavra   Lagoa Do Nado Encerramento

Atividade acontece no Centro de Referência da Cultura Popular e Tradicional Lagoa Do Nado

A Oficina: Ritmo, Corpo e Palavra , ministrada por Babilak Bah, chega ao fim, depois de um mês de exercício de experimentação utilizando-se da voz poética de autores e autoras negras. Para celebrar o sucesso da iniciativa, será realizada uma performance de encerramento neste domingo, 17 de novembro, às 13h30, no Centro de Referência da Cultura Popular e Tradicional Lagoa do Nado (Rua Ministro Hermenegildo de Barros, 184, Itapoã) com entrada gratuita.

Foi reunido um grupo de artistas e professores da rede pública de ensino durante o laboratório de experimentação de linguagem e provocação de sentidos. Inúmeros poemas da literatura negra foram trabalhados, proporcionando uma sensibilização e estabelecendo uma reflexão entorno das questões raciais e a situação da população negra no país, além de provocar uma discussão estética e consciência rítmica.

A oficina chega ao seu encerramento cumprindo o seu propósito cultural e artístico, estimulando o potencial criativo dos participantes e ampliando o olhar sobre inúmeras linguagens que perpassam a dimensão da palavra, do corpo e do universo dos ritmos.

Babilak Bah é paraibano e há décadas reside em Belo Horizonte/MG. É um artista do ruído, poeta e arte-educador. Além disso, é autor dos álbuns Enxadário: Orquestra de Enxadas (2006) e Biografia de Homens Inquietos (2011), tendo lançado também o DVD Afroprogressivo. Publicou os livros de poemas Voomiragem (2003) e Corpoletrado (2009). É diretor musical do grupo Trem Tan Tan. Atualmente está na produção do livro: Uma clínica de instantes inusitados e está com a exposição: Enxadigma, que trabalha com a enxada, signos de linguagens, e denúncia social.

Serviço: Performance de encerramento da Oficina: Ritmo, Corpo e Palavra
Data: 17 de nobembro, domingo
Horário: 15h30
Local: Centro de Referência da Cultura Popular e Tradicional Lagoa do Nado (Rua Ministro Hermenegildo de Barros, 184, Itapoã)
Entrada franca
Classificação livre

A ‘Oficina: Ritmo, Corpo e Palavra’ é realizada com os recursos da Lei Municipal de incentivo à Cultura, através do edital Descentra 2018, da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte (PBH).

Oficina Ritmo, Corpo e Palavra, propõe Investigação com obras de autores negros no Centro de Referência da Cultura Popular Lagoa do Nado

Posted in Sem categoria on outubro 7, 2019 by babilakbah

Oficina Ritmo, Corpo e Palavra, ministrada por Babilak Bah, propõe debates com obras autores negros

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Atividade gratuita será realizada de ‘26 de outubro à 17 de novembro’ no Centro de Referência da Cultura Popular e Tradicional Lagoa do Nado

Para reforçar a importância da literatura afro, desenvolvendo o potencial criativo e ampliando o pensamento crítico das pessoas, será realizada a ‘Oficina: ‘Ritmo Corpo e Palavra’, de 26 de outubro à 17 de novembro, durante o mês da Consciência Negra, no Centro de Referência da Cultura Popular e Tradicional Lagoa do Nado (Rua Min. Hermenegildo de Barros, Itapoã, 184).  A atividade será ministrada por Babilak Bah, artista do ruído, poeta e arte-educador, que também tem um vasto trabalho na música.

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A ‘Oficina: Ritmo Corpo e Palavra’ contempla a pesquisa, a promoção do potencial de criação da voz poética, do canto e de reflexões em torno da literatura produzida por autores e autoras negras. A atividade traz a  chance de o público conhecer também, textos importantes da literatura brasileira , produzidos tanto pelo cânone, como pela poesia da diáspora negra.

De acordo com Babilak Bah, a oficina é uma oportunidade para o fomento à criatividade. “Trata-se de um espaço de experimentação de linguagem que se propõe a realizar um atravessamento de sentidos utilizando de três fenômenos: o campo da palavra, as tecnologias corporais e a potência dos ritmos”, diz.

Segundo Babilak Bah, a oficina destina-se a estudantes das artes, jovens artistas e pessoas que querem ampliar o seu potencial criativo. “A oficina destina-se a pessoas que estejam abertas a desenvolver, experimentar, descobrir, vivenciar o seu poder criativo em grupo rumo a criação individual/coletiva. A proposta abre as fronteiras à novos sentidos e problematiza questões identitárias. Também tenciona o campo da linguagem numa fronteira entre o social e o político”.

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Além disso, ele  lembra que a oficina tem como foco também, trazer o debate através de textos de nomes conhecidos da literatura negra. “Vamos também discutir textos que apresentam a situação da população negra em seus territórios de vivência e conflitos na sociedade brasileira com textos que vão de Carolina Maria de Jesus ao Racionais Mc e outros nomes de destaque”, completa.

Pontos da oficina

Na oficina serão abordados outros vários aspectos conforme também menciona Babilak Bah. “Trabalharemos dinâmicas envolvendo ritmo, corpo e palavra, noção de interface, jogos rítmicos: o ritmo como objeto de linguagem, utilização do corpo como parte da obra, jogos textuais: a palavra enquanto elemento de expressão crítica, a palavra enquanto potência para a criação artística. Além disso, a construção de materiais textuais e corporais; elaboração de manifestações artísticas envolvendo a palavra, ritmo e corpo. O compartilhamento – redes de interação, viabilização de intercâmbio entre artistas, críticos, pesquisadores, estudantes e comunidade em geral e reflexões sobre as múltiplas possibilidades do alargamento das referências envolvendo palavra, som e corpo”, conclui Babilak Bah.  A ‘Oficina: Ritmo, Corpo e Palavra’ é realizada com os recursos da Lei Municipal de incentivo à Cultura, através do edital Descentra 2018, da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte (PBH).

Consciência Negra

 

12 okO dia da Consciência Negra é comemorado em 20 de novembro em todo o país, mas tradicionalmente no Brasil, a data é lembrada durante todo o mês de novembro por várias entidades. A data homenageia Zumbi, um africano que nasceu livre, mas foi escravizado aos seis anos de idade, serve também para propor uma reflexão acerca da intolerância racial e religiosa contra cidadãos negros.

Serviço

Oficina: Ritmo, Corpo e Palavra #oficinaritmocorpoepalavra

Local: Centro de Referência da Cultura Popular e Tradicional Lagoa do Nado – Rua: Min. Hermenegildo de Barros, Itapoã, 184 Data: De 26 de outubro a 17 de novembro

Horário: aos sábados e domingos de 15h às 17h

Inscrição: gratuita

Contato para inscrição: (31) 3277-7429 – (31) 99913-9650

 

 

Quilombo Manzo Ngunzo kaiango e Babilak Bah convidam para a performance de encerramento da Oficina Ritmo: Corpo e Palavra.

Posted in Sem categoria on setembro 10, 2019 by babilakbah

Quilombo Manzo Ngunzo kaiango e Babilak Bah convidam para a performance de encerramento da Oficina Ritmo: Corpo e Palavra.

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Depois de oito encontros intensos, tendo como evidência a pesquisa que proporcionou um provocativo laboratório de criatividade, a Oficina: Ritmo Corpo e Palavra, ministrada pelo multi-artista Babilak Bah, no Quilombo Manzo Ngunzo Kaiango, chega ao final realizando uma performance, ofertada à comunidade do Quilombo Manzo, aos moradores do bairro Santa Efigênia, comunidade artística de Belo Horizonte e a comunidade de terreiro.

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Os integrantes desse híbrido processo de investigação e provocação de sentido, permeado por questões do sensível, formado por pessoas comuns, artistas, estudantes, crianças, militantes da questão racial, psicólogos, e assistencial social, formam um riquíssimo caleidoscópio de percepção, e a partir dessa liga sensível e diversa, apresentam uma performance assinalado por temas  políticos e pela dimensão da problemática do social inscrito na ordem do comum que proclama a conscientização, no qual debatem questões de racismo, intolerância, ancestralidade e a vida do homem e da mulher negra na sociedade.

 

 

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Em um tempo de retrocesso, de censura e quebra de direito. É necessário e urgente recuperar a palavra como mediadora daqueles que estão perdendo a liberdade, nesse sentido, a oficina, Ritmo Corpo e Palavra teve como propósito trabalhar textos poéticos da literatura negra e de autores que viveram em períodos históricos distintos. No entanto, as questões de racismo e a intolerância se entrelaçam e dialogam como se fosse nos tempos correntes. Toda essa desconstrução subjetiva e problematização simbólica teve como  abordagem uma produção poética que permitiu a reflexão e outras significações da realidade, a partir dos respectivos autores e autoras: Luiz Gama, Lino Guedes, o poeta angolano Augustinho Neto, Lourdes Teodoro, e poetas contemporâneos, como, Nelson Maca  (autor do livro: “Gramática de Ira”) Éle Semog, Aciomar de Oliveira, Fatima Trinchão e pela escrevivência de Conceição Evaristo.

 

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Performance de encerramento da Oficina Ritmo: Corpo e Palavra. 

Coordenação Babilak Bah

Local: Quilombo Manzo Ngunzo kaiango  – Rua São Tiago, nº 216, Bairro Santa Efigênia – Belo Horizonte

Data: 14 de setembro de  2019, sábado

Horário: 15h30

A ‘Oficina: Ritmo, Corpo e Palavra’ é realizada com os recursos da Lei Municipal de incentivo à Cultura, através do edital Descentra 2018, da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte (PBH).

 

 

 

Babilak Bah ministra a oficina ‘Ritmo, Corpo e Palavra’ no Centro Cultural Venda Nova

Posted in Sem categoria on agosto 30, 2019 by babilakbah

 

Babilak Bah ministra a oficina ‘Ritmo, Corpo e Palavra’ Atividade gratuita será realizada de 19 de setembro a 15 de outubro no Centro Cultural Venda Nova

flyer (1)Problematizar, despertar, desenvolver o potencial criativo e ampliar o pensamento critico sao propósitos da Oficina: Ritmo Corpo e Palavra, ministrada por Babilak Bah no Centro Cultural Venda Nova.

A atividade contempla a pesquisa, a promoção do potencial de criação da voz poética, do canto e de reflexões em torno da literatura produzida por autores e autoras negr@s trazendo a chance para o público conhecer textos importantes da literatura brasileira, produzidos tanto pelo cânone como pela poesia da diáspora negra.

DSCN9332As oficinas serão realizadas por Babilak Bah, artista do ruído, poeta e arte­-educador. De acordo com Bah, a oficina é uma oportunidade para o fomento à criatividade. “Trata-se de um espaço de experimentação de linguagem que se propõe a realizar um atravessamento de sentidos utilizando de três fenômenos: o campo da palavra, as tecnologias corporais e a potência dos ritmos”, diz.

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Segundo Babilak Bah, a oficina destina-se a estudantes das artes, jovens artistas e pessoas que querem ampliar o seu potencial criativo. ”Aoficina destina-se a pessoas que estejam abertas a desenvolver,experimentar, descobrir, vivenciar o seu poder criativo em grupo rumo a criação individual/coletiva. A proposta abre as fronteiras à novos sentidos e problematiza questões identitárias. Também tenciona o campo da linguagem numa fronteira entre o social e o político”, discutindo textos que apresentam a situação da população negra em seus territórios de vivencia e conflitos na sociedade brasileira com textos de Carolina Maria de jesus ao Racionais Mc e outros.

Pontos da oficina

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Na oficina serão abordados vários aspectos… “Trabalhamos dinâmicas envolvendo ritmo, corpo e palavra – noção de interface, jogos rítmicos: o ritmo como objeto de linguagem – utilização do corpo como parte da obra, jogos textuais: a palavra enquanto elemento de expressão crítica – a palavra enquanto potência para a criação artística. Além disso, a construção de materiais textuais e corporais; elaboração de manifestações artísticas envolvendo a palavra, ritmo e corpo. O compartilhamento – redes de interação – Viabilização de intercâmbio entre artistas, críticos, pesquisadores, estudantes e comunidade em geral e reflexões sobre as múltiplas possibilidades do alargamento das referências envolvendo palavra, som e corpo”, finaliza Babilak Bah.

parque4A Oficina: Ritmo, Corpo e Palavra é realizada com os recursos da Lei Municipal de incentivo à Cultura, através do edital Descentra 2018, da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte.

Babilak Bah

Babilak Bah é Paraibano e há décadas reside em Belo Horizonte. É um artista do ruído, poeta e arte-educador. É autor dos álbuns Enxadário: Orquestra de Enxadas (2006) e Biografia de Homens Inquietos (2011), tendo lançado também o DVD Afroprogressivo. Publicou os livros de poemas Voomiragem (2003) e Corpoletrado (2009). É diretor musical do grupo Trem Tan Tan. Atualmente está na produção do livro: Uma clínica de instantes inusitados e está com a exposição: Enxadigma, que trabalha com a enxada, signos de linguagens, e denúncia social.

Serviço

Oficina: Ritmo, Corpo e Palavra – #oficinaritmocorpoepalavra

Local: Centro Cultural Venda Nova – Rua: José Ferreira dos Santos, jardim dos Comerciários, 184 Data: De 19 de setembro a 15 de outubro

Horário: às terças-feiras e quintas-feiras de 14h às 17h

Gratuito

Contato para inscrição – 3277 5533 – 31 999139650

Pelo e-mail: babilakbah@gmail.com

 

 

 

Babilak Bah ministra a oficina ‘Ritmo, Corpo e Palavra’ no Quilombo Manzo Ngunzo Kaiango

Posted in Sem categoria on agosto 6, 2019 by babilakbah

Babilak Bah ministra a oficina ‘Ritmo, Corpo e Palavra’ aberta ao público.

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Atividade gratuita será realizada de 17 de Agosto a 17 de setembro no Quilombo Manzo Ngunzo Kaiango

Despertar e desenvolver o potencial criativo, sobretudo o crítico. Esse é um dos propósitos da Oficina: Ritmo Corpo e Palavra, ministrada por Babilak Bah noQuilombo Manzo Ngunzo Kaiango (Rua São Tiago 216 – Santa Efigênia, Belo Horizonte). A atividade, que aborda a pesquisa e a promoção do potencial de criação, da voz poética, do canto e de reflexões em torno da diáspora negra será realizada de 17 de agosto a 17 de setembro, às quartas-feiras, de 19h às 21h, e aos sábados, de 16h às 19h, trazendo também a chance para o público conhecer textos importantes da literatura brasileira, tanto produzido pelo cânone como pela poesia marginal.

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As oficinas serão realizadas porBabilak Bah, artista do ruído, poeta e arte­-educador, conhecido pelos álbuns Enxadário: Orquestra de Enxadas (2006), a Biografia de Homens Inquietos (2011), o DVD Afroprogressivo e os livros de poemas Voomiragem (2003) e Corpoletrado (2009). De acordo com ele, a oficina é uma oportunidade para o fomento à criatividade. “Trata-se de um espaço de experimentação de linguagem que se propõe a realizar um atravessamento de sentidos utilizando de três fenômenos: o campo da palavra, as tecnologias dos corporais e a potência dos ritmos”, diz.

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Segundo Babilak Bah, a oficina destina-se a estudantes, mas também pessoas que querem ampliar o seu potencial criativo. ”Aoficina destina-se, no caso do quilombo, prioritariamente a população negra, mas são bem vindas pessoasque queiram experimentar, descobrir, vivenciar o seu poder criativo em grupo rumo a criação individual/coletiva. A proposta abre as fronteiras à novos sentidos e problematiza questões identitárias. Fora isso, tenciona o campo da linguagem numa fronteira entre o social e o político”, discutindo textos que apresentam a situação da população negra em seus território de vivencia e conflitos na sociedade brasileira com textos de Carolina Maria de jesus ao Racionais Mc.

Pontos da oficina

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Dentro dos trabalhos da oficina, são abordados vários aspectos. “Trabalhamos dinâmicas envolvendo ritmo, corpo e palavra – noção de interface, jogos rítmicos: o ritmo como objeto de linguagem – utilização do corpo como parte da obra, jogos textuais: a palavra enquanto elemento de expressão crítica – a palavra enquanto potência para a criação artística. Além disso, a construção de materiais textuais e corporais; elaboração de manifestações artísticas envolvendo a palavra, ritmo e corpo. O compartilhamento – redes de interação – Viabilização de intercâmbio entre artistas, críticos, pesquisadores, estudantes e comunidade em geral e também a reflexão sobre as múltiplas possibilidades do alargamento das referências envolvendo palavra, som e corpo”, finaliza Babilak Bah.

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A Oficina: Ritmo, Corpo e Palavra é realizada com os recursos da Lei Municipal de incentivo à Cultura, através do edital Descentra 2018, da prefeitura Municipal de Belo Horizonte.

Babilak Bah

Babilak Bah é Paraibano e há décadas reside em Belo Horizonte. É um artista do ruído, poeta e arte-educador.  É autor dos álbuns Enxadário: Orquestra de Enxadas (2006) e Biografia de Homens Inquietos (2011), tendo lançado também o DVD Afroprogressivo. Publicou os livros de poemas Voomiragem (2003) e Corpoletrado (2009). É diretor musical do grupo Trem Tan Tan. Atualmente está na produção do livro: Uma clínica de instantes inusitados e está com a exposição: Enxadigma, que trabalha com a enxada, signos de linguagens, e denúncia social.

Serviço

Oficina: Ritmo, Corpo e Palavra – #oficinaritmocorpoepalavra

Local: Quilombo Manzo Ngunzo Kaiango – Rua: São Tiago 216 –  Santa Efigênia – BH/MG

Data: De 17 de agosto a 17 de setembro

Horário: às quartas-feiras de 19h às 21 e sábados de 16h às 19h

Contatos para inscrição: 31 985805443 – 31 999139650

 

 

 

 

 

Trem Tan Tan faz shows em Centros Culturais para comemorar 17 anos.

Posted in Sem categoria on abril 8, 2019 by babilakbah
  • AgendaTrem Tan Tan nos Centros Culturais com seu “Sambabilolado e outros Tan Tans”
  •  O grupo musical Trem Tan Tan faz 17 anos em 2019 e para comemorar a data o grupo realizará 7 shows nos Centros Culturais de Belo Horizonte levando ao público sua irreverência e criatividade acumulada em duas décadas de atividade artística em que revelou um conjunto de compositores e ampliou a cena cultural da cidade.
  • Nascido nas oficinas dos Centros de Convivência Venda Nova e Providência, dispositivos da Política de Saúde Mental de Belo Horizonte, o Trem Tan Tan propõe a inserção social, o resgate de cidadania do cidadão com sofrimento psíquico e o tratamento em liberdade em uma rede de serviços substitutivos ao manicômio.
  • Este ano, diante ao atual quadro político que marca um retrocesso no campo do direito e do tratamento com portarias que colocam em foco a possibilidade do eletrochoque, o retorno das internações em hospitais psiquiátricos e a abstinência ao invés da redução de danos, o grupo Trem Tan Tan reafirma a sua bandeira de luta e criação em defesa do Sistema Único de Saúde – SUS para todos e também pela reforma psiquiátrica antimanicomial.Para isso o trem agrega novos usuários e amplia sua representação.
  • Desde o seu inicio, o grupo tem a coordenação do músico, poeta e arte-educador Babilak Bah, e já gravou dois Cds (em 2002, o Trem Tan Tan, e em 2008, o Sambabilolado, por último o Dvd Sambabilolado e Outros Tan Tan de 2015), além de ter participado em importantes eventos na cidade e outros estados, acumulando em sua trajetória um conjunto de premiações.
  • O nome Trem Tan Tan também é o título de uma música criada pelo grupo e faz referência aos trens que, na década de oitenta, levava loucos de hospícios públicos de Belo Horizonte para o grande manicômio da cidade de Barbacena. Hoje, para esse agrupamento de compositores e artistas descobertos nos dispositivos da reforma psiquiátrica que constitui o coletivo, marcado por sua diversidade sonora, rítmica e produção poética.
  • O show nos Centros Culturais será uma síntese dos últimos trabalhos  apresentando um repertório recheados de sambas reflexivos, samba romântico e outros que fazem denúncias sociais dos preconceitos vividos pelo cidadão com sofrimento mental, através de funk e samba rock numa mistura eletrizante fundamentado por uma percussão eloquente e ritmos brasileiros. O show não é de samba tradicional, mas passeia por ritmos que dialogam com o samba como o rap, hip hop, soul, além do samba de batuque. As letras, criadas pelos cidadãos com sofrimento mental, exibem uma poética lúdica como pode ser observado na degustativa “Melô do Mandiocão”, de Rogéria Pereira, que discorre sobre uma receita de vaca atolada. Já Carlos Ferreira canta a sua indignação dos preconceitos associados aos loucos em “Que Louco, que nada”, além do poema musicado do poeta Cândido Kamayurá extraído do livro Poemanícos: “Os meus remédios tem dupla personalidade”, na voz marcante de Marcos Evandro, sem deixar de dizer do personalíssimo trompete de Mauro Camilo associado a sua excepcionalidade simpatia e comunicação com a plateia.
  • É necessário destacar que esse circuito de shows batizado de “Estação Cidadania: circulação de produção musical, Número: 0104/2017”foi viabilizado pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte.
  • O coletivo Trem Tan Tan é pioneiro, sendo o primeiro grupo vinculado à saúde mental em BH a ter um registro fonográfico, a realizar um show em teatro, assim como a realização do DVD, que propõe um registro sonoro, histórias de vida e inclusão, mostrando sua irreverência e criatividade associados ao discurso a favor da liberdade, da sustentabilidade e de uma Sociedade sem Manicômios.
  • Viva a reforma psiquiátrica, viva um SUS Para Todos, a democracia e a liberdade ainda que tan tan.
  • Ficha técnica:
  • Diretor Artístico: Babilak Bah
  • Músicos acompanhantes:
  • Babilak Bah – percussão e direção artística
  • Rogerio Pagé- cavaquinho e voz
  • Almin de Oliveira – percussão
  • Integrantes:
  • Mauro Camilo- Trompete e voz
  • Carlos Ferreira –Surdo, voz
  • Marcos Alexandre – Bateria
  • Marcos Evandro – voz e percussão
  • Rogéria Pereira– voz
  • Olavo Rita – voz
  • Produção: Zenpreto produções.
  • Trem Tan Tan nos Centros Culturais projeto aprovado com recursos do Fundo Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte – Nome do projeto: Estação Cidadania: Circulação de produção musical – Número: 0104/2017
  • Apoio: Secretaria Municipal de Saúde de BH – SUS BH – Centro de Convivência Venda Nova -SMSA -SUS BH
  • Contatos:
  • Ana Paula Novaes -992011670
  • Babilak Bah – 999139650 Whatsapp
  • SHOWS E DATAS
  • – Centro Cultural Padre Eustáquio
  • 26 de abril – ás 19:30
  • – Cras Providência
  • 30 de Abril – às 15:30
  • – Bar Curim – Projeto terça a esquerda com debate e convidados e o Trem Tan Tan.
  • Lançamento da rede amigos e apoiadores do Trem Tan Tan
  • – Centro Cultural VENDA NOVA
  • 23 de maio – ás 14:30.
  • – Escola Municipal Dom Orione
  • 12 de junho – Ás 19:30

“Os homens são o que são” – Nossa Senhora da Açoteia

Posted in Sem categoria on fevereiro 10, 2019 by babilakbah

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Ontem tive a satisfação de assistir o espetáculo teatral de Adyr Assumpção: NOSSA SENHORA DA AÇOTEIA, como explica o relesse da peça a história é sobre mulheres. O texto fala de como elas atravessam gerações assoladas pelo subjugamento masculino e pelas desigualdades impostas pelas sociedades patriarcais.Curiosamente, no palco está um único homem, dando voz a todas essas questões femininas. Com essa estrutura aparentemente controversa, no entanto, durante 60 minutos, Assumpção, realiza um monologo com um desempenho estrondoso, munido de um talento e equilíbrio magistral,numa narrativa que explora a condição feminina, as vezes com denuncias sutis e uma poeticidade carregada de silêncio, recheadas de pausas, gestos e olhares que expressam inúmeras palavras e sabedoria universal.

É importante dizer, NOSSA SENHORA DA AÇOTEIA é uma peça originalmente feita por um homem, esse achado do artista, pareceu-me tecnicamente imbatível. nesse paradoxo,  vi uma importância que realça a riqueza da historia, que o texto conta, e o ator faz questão de nos contar sem auxilio da canção. O enredo é permeado de um mistério.

Por outro lado, a ousadia da proposta agrada a todos profundamente, creio, a plateia que se fez presente ontem no Sesc Palladium, diga passagem, um publico atento aos movimentos do ator em cena, também na luz e cenário marcado por uma simplicidade e beleza domestica. A plateia, dividida entre homens e mulheres, e ao final, um longo aplauso e demorado. Podemos afirmar, muitos que assistiram, saíram empoderados do espetáculo e cheio de reflexão.

Vale ressaltar, o viés engajado, extremamente politico, sobretudo da possibilidade de fortalecimento do feminino. A peça tem um conceito provocativo, no sentido de não direcionar uma única leitura. O espetáculo permite cada um tirar as próprias conclusões sobre a história pessoal e a historia em seu aspecto macro, além de tudo, como afirma, o ator: ”trata-se de uma oportunidade para o exercício da empatia e da reflexão sobre a dificuldade de os homens entenderem as mulheres como iguais, como parceiras”,

Eu, por exemplo, durante o espetáculo, revi a minha avó, minha mãe, minhas tias, filha, sobrinhas, sogras, namorada, ex-mulher, esposa, chefe e amiga de trabalho e todo feminino que me atravessa.

No final, Adyr Assumpção, abriu um debate sobre o crime de Brumadinho,

Fica o convite para hoje, vai lá.
NOSSA SENHORA DA AÇOTEIA

Texto de Luis Campião. Direção, adaptação e interpretação de Adyr Assumpção. Hoje no SESC PALLADIUM.

 

Enxadigma pesquisa e linguagem

Posted in Sem categoria on janeiro 31, 2019 by babilakbah

Uma pequena mostra do processo de pesquisa e linguagem que venho desenvolvendo nos últimos anos com a enxada.

Em proceso:

 

Intervenção:

 

A céu aberto:

 

 

A enxada e a palavra na ferrugem

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Com a mão no ferro e usando de linguagem para interferir no signo:

 

Babilak Bah em celebração na Suricato

Posted in Babilak Bah on julho 18, 2018 by babilakbah

 

Nesta quarta-feira no espaço Suricato o artista do ruído Babilak Bah e o percussionista Johnny Herno fazem um Pocket show em celebração como apoiadores da conexão Suricato rumo à Itália

SURICATO·QUARTA-FEIRA, 18 DE JULHO DE 2018

Rua Souza Bastos, 175 – Bairro Floresta – Belo Horizonte

Horário: às 19:30 -Todos convidados.

Novas delicadezas, novas viagens e novas possibilidades de interação e vida.

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A equipe de avaliadores do Edital Rumos 2018.

Posted in Sem categoria on maio 28, 2018 by babilakbah
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Sem exagero, ressalto que foi uma satisfação, uma honra ter participado dessa equipe de avaliadores do Edital Rumos 2018.
 
Eu que já tinha sido selecionado em dois momentos diferente do Edital Rumos. A primeira, em 2009 pelo Rumos Musica, a segunda, em 2013 pelo Rumo Educação, Cultura e Arte, passar de avaliado para avaliador, foi um desafio e uma responsabilidade, no entanto, feito com cautela e zelo.
 
Mediante a esse exercício pude realmente constatar a diversidade da cultura brasileira, no qual, pude, refletir debater com académicos, artistas e gestores culturais de todo o país durante um trimestre.
 
A experiência foi de muita importância pelo legado que deixou, tanto de perspectiva estética, como ampliou o grau de reflexão sobre a linguagem artística, alem de estabelecer vínculos de amizades, e ainda ampliando a visão de Brasil.
Um Brasil imagético, criativo, critico e pensado de muitas maneiras e linguagens.
 
Vivas as ideias inovadoras.
 
Babilak Bah