Uma mordida em minha sorte

Sexta feira em João Pessoa,
Saio da energiza, energizado…
Após o show: principio básico

Distraído, tomado de fé
Certo de que a vida me pertence.
Viver ainda vale apena,
Com a iluminação do escuro.

Completamente distraído,
Esqueci a lição do arqueiro Zen:
Virgília constante.
A vida um supapo. 

Eis que surge uma cadela peituda,
Parecia uma encarnação
De uma Cinderela raivosa
Pertencia ao guardador de carro.

Tolo quem acha
Que temos o controle da vida
Em nossas mãos.

Não foi um rato
Não foi um homem
Foi o cão seu Guardador
Que mordeu a minha sorte.Imagem

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