Sandoval Fagundes e sua Mariola – Homem de linguagem…

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Sandoval Fagundes e sua Mariola – Homem de linguagem…

Durante o processo de residência artística e interação estética em João Pessoa que aconteceu no Centro Cultural Piollin de março à agosto, tive o prazer e a felicidades de me aproximar da comunidade artística da capital paraibana, particularmente, de alguns ilustres criadores, entre eles: o multi-artista Sandoval Fagundes.

Convidei Sandoval, no objetivo de criar um dialogo com os jovens artistas residentes e educando do Piollin. Este inusitado encontro aconteceu no mês de maio, obtendo um resultado excelente, no sentido, de mostrar para os participantes da residência, outros horizontes criativos, e formas diferenciada de produzir musica, foi uma tarde prazerosa, de investigação sonora, motivada por inúmeras curiosidades.

Nesta perspetiva, eu solicitei aos alunos, para esta tarde com o convidado ilustre, que levasse três bicicletas, e neste dia, fizemos uma homenagem ao rei do baião Luiz Gonzaga, realizando uma releitura da musica: “Asa Branca“ que na qual eu batizei este experimento de “Asa Branca de Bicicleta” assim transcorreu a belíssima tarde criativa com alegria, com muitas descobertas e interação.

Demos inicio, aos trabalhos daquela tarde, com todos sentados em ciclo, no belo piso do casarão. Fiz apresentação do artista Sandoval para os educandos, falei da multiplicidade de linguagem, que o artista desenvolve, viários caminho artístico que ele percorre e abraça com sua arte. Dando prosseguimento, Sandoval, tomou conta do dialogo, da palestra/concerto e transcorreu por vários assuntos: falou de sua carreira, da vida e subjetividade artística, promovendo nos jovens artistas do Piollin muita curiosidade, num mergulho que surgiram várias perguntas e questões.

No entanto, o auge desse encontro, aconteceu com a “Mariola“ (instrumento desenvolvido por Sandoval Fagundes). Foi neste exato momento que aconteceu a situação musical sublime, num dialogo de Sandoval com sua mariola e os participantes da oficina, os jovens munidos de vários instrumentos de percussão, objetos sonoros e três bicicletas, desta forma, naquela tarde calorosa, iluminada… foi produzida uma sonoridade híbrida, cheia de ruídos, ritmos fortes. E assim, vi brilhar nos olhos dos meninos do baixo Róger, uma centelha de esperança com a descoberta de uma musica original, produzida no coletivo.

Portanto, percebi que Sandoval, ficou bastante satisfeito com o resultado, e fez inúmeras observações. consequentemente, os participantes da residência artística também realizaram suas criticas ao processo e fizeram suas avaliações como algo positivo, extremamente valioso para todos.

Obrigado Sandoval Fagundes pela disponibilidade, sensibilidade compartilhada naquela tarde de saberes sonoros e linguagem.

Por fim, fiz minha interação estética, com mais um criador paraibano,

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