Esta vida me pertence.

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Vou voltar escrever as minhas memórias, minhas andanças, 
desde que atravessei a Ponte do Rio Sanhauá na Paraíba e comecei a vomitar meu versos por João Pessoa. Transcorrer sobre um certo dia, no inicio dos anos 80, corajosamente, peguei uma carona de caminhão, fui até o Rio de Janeiro durante sete dias de viagem dormindo pela estrada. Até meu aconchego atual no bairro Enseada das Garças na Pampulha em Belo Horizonte. 

Reviver os shows, falar dos parceiros, os dilemas artísticos, a experiência com arte educação, como fui entendendo a minha subjetividade e a construção de uma linguagem no processo da arte.

Esta vida me pertence: com meus erros, minhas traições e meus amores…

(…) A arte foi meu equivoco certeiro.

Foto: litoral cearense em 2012, pela a caravana do Itaú cultural – Paracuru.

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