Tudo era apenas uma brincadeira – foi ficando sério no fim de tarde.

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Tudo era apenas uma brincadeira – foi ficando sério no fim de tarde.

Ontem demos inicio ao primeiro campeonato infantil de futebol da ilha de Boipeba, uma solicitação, um pedido de meu filho Tomás, que adora futebol e fez várias amizades com as crianças da ilha, meninos simples, com olhos fortes, catadores de caranguejo e guaiamum; também muito deles: vendedores de pasteis, cocada e outras guloseimas pela praia de Boipeba e Moreré no litoral do oeste baiano. No entanto, crianças felizes longe das drogas, vivendo em contato direto com uma natureza exuberante e um céu de pequenas esperanças.

Logo cedo antes de irmos a praia, demos inicio a limpeza do campo com vários meninos e algumas meninas ajudando na manutenção do pequeno campo de várzea, todos empolgados, bastante envolvidos com a possibilidade da brincadeira, depois que realizamos a organização do campo. Sentamos juntos criamos e estabelecemos as regras, as forma como seria o mini-campeonato.

Fomos a praia, voltamos as 16 horas como combinado, quando voltávamos de longe, sentiram a nossa chegada, gritaram: lá vem Tomás – e todos saíram correndo ao encontro de Tomás meu filho. Foi uma imagem inesquecível muito bela, forte emoção, algo cinematográfico, de encher os olhos de lagrimas. O sorriso tornou-se um oceano naquele instante de simplicidade e energia infantil.

A tarde de pouco sol, foi muito agradável, está junto com minha mulher Ana Paula e meu filho Tomás compartilhando aquela alegria com as crianças da ilha, dividindo aquele espaço social improvisado: um simples campos de várzea no meio do bairro tiririca. Um lugarejo habitado por pescadores e pequenos agricultores.

Na parte da tarde, iniciamos a brincadeira com a presença de várias crianças. Eu tive a missão de ser o juiz. O prêmio foi duas caixa de chocolate, uma para o time campeão. A outra caixa, para ser dividida com o artilheiro, o goleiro menos vazado, a torcida a organizada, enfim, todos os participantes ganharam chocolates.

Foi maravilhoso e divertido está junto desses garotos simples e cheio de sonhos. Na minha próxima passagem por Boibepa e Moreré; vou oferecer uma oficina investigação de som utilizando materiais reciclados no intuito de promover uma consciência ecológica, já que o lixo da ilha de Boibepa se acumula e está preocupante.

A vida segue, e as férias também é um momento de compromisso com o espaço e as pessoas do lugar que visitamos.

A vida é uma praia aberta.

Babilak Bah.

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