O corpo em festa num flerte com a destemperança.

O corpo em festa num flerte com a destemperança.
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Ontem dei inicio a oficina: ritmo corpo e palavra no Centro Cultural da UFMG integrando a programação do Festival de Verão de 2015. Compareceu um grupo de indivíduos bastante diversificados e interessante com uma biografia muito inusitada, em sua maioria todos envolvido com o universo da cultura, alguns em processo de descoberta: procura subjetiva. Sujeitos que perpassam várias áreas do saber e das artes, estudantes, contadores de historia, biólogos, atores, dançarinos, sociólogo e curiosos. O mais impactante nesse processo, foi a capacidade de envolvimento, interação com as dinâmicas e exercícios proposto, contando ainda com a capacidade dos participantes proporcionarem uma riquíssima discussão sobre o corpo como suporte da arte e suas implicações politicas e culturais, desta forma, estabeleceram um dialogo plural extremamente aberto, a partir, de inúmeras provocações rítmicas e de um texto do poeta Paulo Leminski, “ a poesia: a paixão da linguagem“. O mini-colóquio em formato de oficina transcorreu sobre o processo de criação, as dificuldades de expressão na utilização do corpo, o poeta como um erro genético e vitima da língua. O marcante foi a demonstração de todos pelo interesse de entender o fenômeno rítmico sobretudo e a paixão pela linguagem poética. O corpo foi uma explosão de signos numa narrativas em carne crua.

Hoje continua o processo de experimentação poética.

Babilak Bah.

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