Duas obras: dois amigos.

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Na minha passagem pela Paraíba tive a felicidade de conhecer dois ilustres escritores comprometidos com a historia, com os diretos humanos e o desenvolvimento social, além de intelectuais de alto quilate que são Carlos André Cavalcanti e Wilson Prudente. Conheci ambos no Fórum Direitos Humanos e Saúde Mental compondo uma mesa cujo a discussão neste dia era muito interessante: Diversidade, direitos humanos e etnia.

Carlos André Cavalcanti é professor da Universidade Federal da Paraíba com doutorado sobre a santa inquisição, atua no ensino e na pesquisa nos níveis de graduação e Pós-Graduação nas áreas de ciências  e histórias das religiões.

Wilson Prudente, é procurador do ministério público do trabalho, lotado na procuradoria Regional do trabalho, onde atua no núcleo dos direitos da personalidade do trabalhador, especializado no combate a todas as formas de descriminação no mercado de trabalho.

Tive o prazer de ter longas conversas com os dois escritores e realizarmos a troca de nossos produtos culturais e livros, regado a um diálogo rico num belíssimo café de João Pessoa.

Carlos André me impressiona com seu livro lançado primeiro no mercado editorial português. No imaginário da intolerância. Da inquisição ao ensino (não)religioso

Obra que faz uma abordagem sobre a santa inquisição e a intolerância religiosa e afirma que nossos comportamentos foram moldados por esta instituição religiosa.

Numa passagem do livro o escritor, diz: “toda atitude que investiga para punir torna-se uma atitude inquisitorial. Pode-se eleger que isto se dá em função da marca deixada pelo tribunal do santo oficio nas mentes e nos procedimentos“.

Wilson Pudente,  com o livro: A Verdadeira Historia do Direito Constitucional no Brasil .  desconstruindo o direito do opressor, construindo um direito do oprimido.

Obra de fôlego e coragem, numa passagem o escritor afirma:

o fato é que esses diferentes mecanismo de hierarquização social, ao longo de toda a república, tem mudado a sua roupagem para ganhar ares de modernidade. A roupa mais recente, destes velhos mecanismo de hierarquização social, tem sido o próprio principio jurídico da igualdade formal. Frente a sociedade brasileira, os ilustrados arautos do andar de cima respondem com formulas mágicas, de que no Brasil não existe desigualdades, porque todos são iguais perante a lei.

Aqui disponho as capas dos respectivos livros.

No momento enriqueço-me no mergulho em ambas obras de Carlos André Cavalcanti e Wilson Prudente.

Babilak Bah.

 

 

 

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