Oficina:Ritmo, corpo e palavra no Parque Municipal.

 

parque4.JPGRitmo, corpo e palavra no Parque Municipal.

Estabelecer um processo de convivência com o universo da arte,
em seus aspectos de criação, é viver extremamente sob o signo do risco.
Portanto, foi desta forma, com visão propositora e estratégica, que nesta sexta-feira – 08 de junho de 2016, realizamos a oficina: Ritmo, corpo e palavra nas dependências do Parque Municipal, em pleno coração de Belo Horizonte.

A oficina, aconteceu de maneira extraordinária, procuramos trabalhar na perspectiva de aprofundar a interação, ampliar o processo artístico dos participantes. A princípio, as atividades, ocorreram de forma tranquila, tímida e desafiadora, estabelecemos uma série de exercícios, realizamos várias dinâmicas na promoção de uma partilha subjetiva, contudo, despertar a consciência da linguagem individual, assim, incentivando a produção coletiva, além de procurarmos o desenvolvimento da expressão em busca do traço criador, sobretudo do entendimento da performance, postura da voz, em consonância com o corpo numa relação com o espaço poético, bucólico, em meio ao fluxo e contra-fluxo da cidade, as vezes velozes, em outra oportunidade, violenta e repleta da vida…

Sair da zona de conforto e propor a oficina: Ritmo, corpo e palavra para fora acontece do Espaço Suricato protegida por suas belezas, foi uma atitude estimulante, tanto para mim, como organizador da proposta criativa, quanto para os usuários da saúde mental, participantes dessa proposta estética que se viram provocados e estimulados à criação entre prédios, arvores centenárias e transeuntes.

Ter compartilhado desta experiência frente-a-frente ao horizonte vivo da cidade, e ainda ofertar práticas sensíveis, utilizando de ritmos corporais, diálogos com objetos, sons guturais, leitura de textos poéticos numa incessante improvisação com o ambiente natural, foi bastante inusitado, está sob a observação, dos olhares das pessoas que frequentam o Parque Municipal. Esta ação criativa, gerou um impulso renovador, deixando bons resultados, para que pudéssemos cada vez mais intensificar nosso trabalho, estarmos mais centrado, focado nos objetivos e na ultrapassagem de nossos limites artístico numa ampla interação estética.

Portanto, aconteceram alguns momentos mágicos, poéticos, num espaço onde o verde, se não fosse as cercas de ferro, tomaria conta da cidade.

parqu1u

Babilak Bah

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