Archive for the Babilak Bah Category

Babilak Bah em celebração na Suricato

Posted in Babilak Bah on julho 18, 2018 by babilakbah

 

Nesta quarta-feira no espaço Suricato o artista do ruído Babilak Bah e o percussionista Johnny Herno fazem um Pocket show em celebração como apoiadores da conexão Suricato rumo à Itália

SURICATO·QUARTA-FEIRA, 18 DE JULHO DE 2018

Rua Souza Bastos, 175 – Bairro Floresta – Belo Horizonte

Horário: às 19:30 -Todos convidados.

Novas delicadezas, novas viagens e novas possibilidades de interação e vida.

Bah com herno

 

 

O som Afroprogressivo de Babilak Bah no Festival Descontorno Cultural.

Posted in Babilak Bah on agosto 11, 2015 by babilakbah

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O som “Afroprogressivo” de Babilak Bah será apresentado em um show que comemora os 50 anos de vida e quase três décadas de busca incessante por uma subjetividade artística. No projeto afroprogressivo, Bah mostrará uma síntese da sua carreira que é conhecido pelas experimentações e inovações que trás para o universo da música, perpassando sua pesquisa de timbres, aliado a sonoridades eletrônicas e sobretudo sua incursão pelo campo da palavra produzindo uma musica hibrida, extremamente original.

Babilak Bah não se considera um músico no sentido clássico, mas sim um “artista do ruído” e um “propositor”, mais do que um compositor. O que norteia o fazer artístico de Babilak em quase 30 anos de carreira é a persistência de construir um trabalho autoral, singular, que traz a marca da diferença.

Gravação do DVD Babilak Bah - 30 anos de carreira, 50 de vida ©netun lima/divulgacao

Na sua historia musical destacam-se a criação do “Enxadário: Orquestra de Enxadas”, através de experimentações sonoras para explorar os timbres desse instrumento até então utilizado como ferramenta de trabalho e suas composições registradas no CD Biografias de Homens Inquietos.

Para o show a proposta é resgatar os principais momentos da sua carreira artística permeada pelo conceito “Afroprogressivo”. Bah explica que o conceito surgiu em 1998 e tem como essência o diálogo com os ritmos da cultura popular em fusão com as linguagens contemporâneas da música eletroeletrônica.

O fundamento é o experimentalismo, sobretudo o campo aberto para improvisos na perspectiva de uma transgressão do signo sonoro somado a uma exuberante performance no palco, além de sua verve poética destacada por composições apresentadas através de sua voz “rasgada” e seu “canto falado”. Desta forma, Bah mostra uma linguagem híbrida mediante uma música de batida forte.
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Ficha técnica:
Johnny Herno: bateria e percussão, Almin Oliveira: percussão, Leonardo Brasilino: trombone,

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O som Afroprogressivo de Babilak Bah.

Posted in Babilak Bah on fevereiro 26, 2015 by babilakbah

O som Afroprogressivo de Babilak Bah
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O som Afroprogressivo é o meu recente trabalho.
Gravado ao vivo na sala Funarte-Bh
Trata-se de uma obra comemorativa dos meus 50 anos de vida.
Conta com a participação da Guarda de Moçambique e Congo Treze de maio de Dona Isabel.

Ficha técnica:

Músicos: Thiago de Melo, Markus Kupertino, Johnny Herno, Leonardo Brasilino
Cenário: Manuela Rebouças/ Babilak Bah
Iluminação: Juliano Coelho e Felipe Cosse
Filmagem: Roberio Carneiro
Sonorização: Murilo Correa
Apoio técnico: Amazonita ágata e Aruana de Oliveira.

Quem tem interesse de adquirir pode compra-lo

Na loja: Dorotea Brechó – Av: Getulio vargas 1195
Telefone: 31 32611505 na Savassi. Belo Horizonte – MG.
Também na Trem Azul discos
Avenida Álvares Cabral, 373 – Centro, Belo Horizonte – MG.
Telefone: 31 32227666.
Obs: Senão comigo solicitar pelo email. babilakbah@gmail.com
Skype: babilakbah
Contato para show:
Zenpreto Produção – 31 99139650.

Babilak Bah

Babilak Bah – O som Afroprogressivo e o Quarteto de Enxadas.

Posted in Babilak Bah on julho 18, 2014 by babilakbah

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Ampliação de Horizontes – do show afroprogressivo.

Posted in Babilak Bah on julho 14, 2014 by babilakbah

Ampliação de Horizontes – do show afroprogressivo.

dia 21 de junho

Ontem finalizei uma série de shows pelo circuito da Pampulha financiado pelo Ministério da Cultura aprovado no Edital Concurso Cultura 2014 dentro da programação da Copa do Mundo em Belo Horizonte.
O primeiro show aconteceu na Casa do Baile no dia 20 junho, os demais shows percorreu os Centros culturais: Pampulha, Venda Nova, Museu de Arte da Pampulha e por fim, Parque cultural Lagoa que aconteceu ontem na período da manhã com um público volumoso e contagiante que prestigiaram além do meu show: Afroprogressivo dois trabalhos fantásticos que integraram a programação: O Grupo Nem Secos, com o animado espetáculo: DANÇANDO A VIDA, mostrando seu primeiro trabalho autoral e o projeto Objetos Voadores, da artista Ana Lana Gastelois, envolvendo escultura, instalação, intervenção e performances.
Foi um domingo mágico, inusitado e com bons contatos, consegui mostrar o novo trabalho AFROPROGRESSIVO para um público que não conhecia meu processo criativo nem tão pouco meu fazer estético, realizei boas vendas dos meus produtos culturais: Cd e do livro: CORPOLETRADO.
Agradeço a toda produção: as pessoas que estiveram presente nesse circuitos de shows envolvidas (in) diretamente, aos amigos, a imprensa de Belo Horizonte, os Centros Culturais, Fundação Municipal de Cultura, o Minc – Regional e o edital concurso cultura 2014 que possibilitou esta ampliação de espaço e de público, aos músicos que me acompanham nesse processo de renovar a vida em cada show, sobretudo, nesse ensaio da existência. Em breve, mais noticias sobre o lançamento do DVD: Afroprogressivo.

Viva a teimosia.

Babilak Bah

Foto: Edson Luiz.

Babilak Bah & Quarteto de Enxadas apresentam o Som Afroprogressivo em BH

Posted in Babilak Bah on junho 13, 2014 by babilakbah

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Babilak Bah & Quarteto de Enxadas, apresentam o Som Afroprogressivo em BH 

As apresentações são viabilizadas pelo o edital cultura 2014 do Ministério da Cultura, numa concorrência acirrada na qual mais de 1500 inscritos concorriam a 130 oportunidades;  serão cinco shows realizados durante o mundial de futebol na capital mineira.

O show Som Afroprogressivo de Babilak Bah é uma oportunidade para os turistas e moradores de Belo Horizonte conhecerem um pouco mais o trabalho singular do artista. Acompanhado pelo Quarteto de Enxadas, Bah confirmou a apresentação de cinco shows na capital mineira. A programação se inicia no dia 20 de junho na Casa do Baile e encerra no dia 12 de julho no Museu de Arte da Pampulha.

No dia 20 de junho (sexta-feira), às 16h, a Casa do Baile recebe o primeiro show. O Centro Cultural Venda Nova será palco para o Som Afroprogressivo no dia 21 de junho (sábado), às 16h, seguido pelo Centro Cultural Pampulha, no dia 22 de junho (domingo), às 10h. Já no dia 6 de julho (domingo), às 16h, o Centro Cultural Lagoa do Nado recebe Babilak Bah & Quarteto de Enxadas, que encerram a programação durante a Copa em grande estilo no dia 12 de julho (sábado), às 16h, no Museu de Arte da Pampulha.

“Depois dos pratos & facas e caixas de fósforos dos sambistas, das queixadas de burro incorporadas à percussão por Airto Moreira, das panelas cheias de pedras e naipe de garrafas de Hermeto Pascoal (que também usou porcos e galinhas), dos tubos de PVC do Uakti (discípulo do inventor Walter Smetak), das descargas de automóvel de Rogério Duprat, das enceradeiras de Tom Zé, do chaveiro de Orlan Divo, mais um instrumento cotidiano incorpora-se à música deste país polifônico: as enxadas de Babilak Bah”. Tárik de Souza, jornalista do O Globo.

Criador compulsivo e dono do que se pode chamar de “teimosia artística”, Bah se autodenomina mais um “propositor” do que um compositor, certo de que o que norteia o seu fazer artístico em mais de 20 anos de carreira é a persistência de construir um trabalho autoral, singular, sublinhado por sua biografia e identidade.

Artista do ruído, Babilak vem de forma sistemática afirmando-se como umcriador desituações sonoras, um propositor por excelência, autodidata, poeta e arte-educador. Em 2000 o artista concebeu e criou o “Enxadário: Orquestra de Enxadas”, através de experimentações sonoras que explorava os timbres desse instrumento até então utilizado como ferramenta de trabalho.

Dando sequencia ao seu projeto estético, Bah retoma a sua criação mais inovadora agora de forma suscinta através do quarteto de enxadas. Conduzidos por seu idealizador, os músicos executarão de maneira inédita e inusitada o Hino Nacional Brasileiro, usando a enxada como instrumento, e o clássico Asa Branca, imortalizado por Luiz Gonzaga e que ganha uma releitura criativa e irreverente denominada pelo artista como “Asa Branca de Bicicleta”, em que o meio de transporte será utilizado como instrumento percussivo.

O Quarteto de Enxadas tem em sua formação os músicos: Johnny Herno (percussão, enxadas e efeitos, Leonardo Brasilino (Trombone e direção musical), Thiago de Melo (baixo acústico e enxadas) Markus Cupertino (bateria e enxadas) Almin de Oliveira (Enxadas e congas). Além dos instrumentos tradicionais, serão usadas na performance algumas novidades criadas no projeto “Enxadigma: pesquisa e construção de instrumentos” comdestaque para o Marimbau Eletrônico, que, conforme definição do músico, é uma “evolução luxuosa da sua Berimbacia”. O Marimbau foi criado por Waldo Lima do Vale, especialmente para Babilak.

Sobre o artista

Nascido na Paraíba e radicado há mais de 20 anos em Belo Horizonte, Babilak está sempre em busca de se reinventar. Bah já participou nos mais importante eventos de música do Brasil: Pixinguinha/Ministério da Cultura, Rumos Itaú Cultural e foi destaque no Festival Espírito Mundo levando sua sonoridade por cidades da França, Espanha e Inglaterra.

Serviço:

Babilak Bah & Quarteto de Enxadas em BH

Programação

20 de junho (sexta-feira), às 16h – Casa do Baile – Avenida Otacílio Negrão de Lima, 751 – Pampulha

21 de junho (sábado), às 16h – Centro Cultural Venda Nova – Rua José Ferreira dos Santos 184 – Letícia

22 de junho (domingo), às 10h – Centro Cultural Pampulha – Rua Expedicionário Paulo de Souza, 185 – Urca

6 de julho (domingo), às 16h – Centro Cultural Lagoa do Nado –  Rua Ministro Hermenegildo de Barros, 904,  Itapoã

12 de julho (sábado), às 16h –  Museu de Arte da Pampulha – Av. Dr Otacílio Negrão Lima, 16585 – Pampulha

Classificação livre, entrada franca

 

ltura 2014 do Ministério da Cultura, numa concorrência acirrada na qual mais de 1500 inscritos concorriam a 130 oportunidades;  serão cinco shows realizados durante o mundial de futebol na capital mineira

A cidade de Salvador são muitas: várias diásporas numa só metrópole.

Posted in Babilak Bah on maio 17, 2014 by babilakbah

Mini-biografia – Capitulo avulso.

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A cidade de Salvador são muitas: várias diásporas numa só metrópole.

Em 1992 residia em Ouro Preto, parti da cidade do ouro rumo a Blumenau para participar do Festival Universitário da Canção acompanhando o compositor Cláudio Fraga, ficamos em segundo lugar, obtendo este resultado, resolvi ficar morando em Santa Catarina no pequeno balneário de Camboriú, trabalhando como percussionista numa casa de espetáculo de mulatas, denominada Makulelêdirecionada para turistas argentinosDando prosseguimento ao mergulho pelo mundo, segui para Bueno Ayres, na qual morei por seis meses tendo o objetivo de divulgar o meu trabalho na capital portenha, no entanto, esta iniciativa foi bastante válida pela vivencia profissional sobretudo, por ter sido a primeira vez que tinha saído do país. Em um certo dia, andava por um bairro de Bueno Ayres,  de repente, veio uma senhora em minha direção com a cara mais cínica, deu-me uma banana, e sorria com deboche. A partir desse fato tomei a decisão de vir embora pro Brasil, resolvi morar na Bahia em pleno auge do axé – retornar para Salvador, confesso, foi uma experiência marcante tanto no aspecto pessoal como no artístico. Eu já tinha feito uma passagem rápida por Salvador durante os anos 80.

Em solo soteropolitano, durante este período, mantive um contato intenso com a vida cultural da capital baiana, estive em boa parte circulando pelo Pelourinho, no qual, conheci suas contradições, suas belezas: os becos, as ruelas, os batuques, vários artistas, inúmeros músicos, compositores, poetas, escritores, artistas plásticos, pai de santos, turistas,  personagens ilustres: figuras inusitadas que transitam pelo conjunto arquitetônico do barroco baiano, também tive a oportunidade de me aventurar por outras regiões, no qual, mantive contatos, tomei conhecimento de um Brasil bastante  autêntico.

A cidade de Salvador são muitas, são várias diásporas dentro de uma só metrópole, cidade negra por excelência. Nela eu abri as sete portas para inúmeras sensações: descobertas para os cheiros, os aromas, novos temperos, uma entrada no campo do mistério, convivência com a diversidade e crenças. Fui atravessado por ritmos eletrizantes. Em muitos momentos me encontrei em tumulto no Terreiro de Jesus. Perplexo, vivendo esta situação existencial, entendi que Jesus não xinga Xangô. E fui construindo o meu percurso do Bonocô a comunidade da Boa Morte. Morri várias vezes, renasci ouvindo os filhos de Gandhi e outros ijexás que perfilam no caldeirão sonoro da Bahia.

Na cidade dos trios elétricos, onde alegria dança com facilidade algo me gerou espanto, chamou-me atenção: foi a contradição social, a condição do negro, a exploração que a indústria cultural se utiliza para enriquecer usando a cultura do negro baiano, a violência policial, a falta de infra-estrutura da cidade de Salvador que conheci naquela época. Por outro lado, testemunhei um povo alegre, a cultura viva nas ruas, a rua em salvador é um território vivo, pulsante onde existe troca de saberes no cotidiano das pessoas, em suma, as ruas são bibliotecas a céu aberto que obriga a qualquer leitor realizar leituras múltiplas, profundas do dia-a-dia da cidade. Sendo impossível viver nesta terra sem logo aprender ou assimilar o baianês, tanto na língua como corpo da população. Na terra de todos os santos, o corpo é um abecedário, letras vivas, corpos que se afirmam num discurso multicolorido, polirritmico.

Por diversas vezes atravessei a Praça Castro Alves declamando versos de Gregório de Matos. Vi rodas de capoeira, observei o oceano de longe, fiz amigos na comunidade hippie de Arembepe, toquei na Tribo do Sol, conheci o Mercado de São Joaquim. De barco fui ao Mar Grande, contemplei a travessia de Ferry Boat até Itaparica. Descobri o Morro de São Paulo. Fui de trem para o Recôncavo, presenciei Dona Canô, abençoada com sua fé, numa procissão com milhares fies na festa da padroeira de Santo Amaro, dancei samba-de-roda em Macangalha, contemplei a beleza da chapada de Diamantina, banhei-me nos Lençóis de água clara, visitei Ilê Axé Opó Afonjá, Vi o bairro da Liberdade cantando e dançando com os tambores do Ilê AiyêFui até o Bonfim. Joguei minha jangada no horizonte. Descobri novos mares.

No entanto, foi no Abaete – uma lagoa arrodeada de areia branca – que me senti a vontade, ouvindo seus ventos num alarmante murmúrio, foi envolvido com esta escuta que resolvi andar por debaixo de novos céus.

Arrumei as malas, segui tocando a vida, no sentido de ouvir a história de outra terra.

obs: foto com o artista plástico Day Tribal na entrada do Pelourinho.

Babilak Bah.

Oh mãe de toda existência, livrai os homem dos muros das prisões.

Posted in Babilak Bah on março 29, 2014 by babilakbah

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Para facilitar a compreensão, vou procurar ser simplista,

Diante da complexidade que vivenciei na gravação de um video

que tive a felicidade de participar hoje no Presidio Regional de Ibirité. Cenas fortes e desconhecidas pela sociedade brasileira,

Senti-me um sujeito útil no meio de tanto jovens sem perspetivas, vitimado por um sistema social preconceituoso, seletivo e altamente excludente.

Foi uma experiência transformadora,

Voltei para casa cheio de questões, feliz por ter vivido um momento tão cheio de vida com minha arte.

Oh senhora musica, obrigado por me ter escolhido como um homem dotado de sonoridade.

Aberto às situações inusitadas da grande vida.

Oh mãe de toda existência, livrai os homem dos muros das prisões.

Passei o dia enjaulado – sai com a consciência livre.

Babilak Bah

NEGRITUDE – Todos leram-me da cabeça aos pés.

Posted in Babilak Bah on março 14, 2014 by babilakbah
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Em mil
novecentos e oitenta e
quatro,
aos vinte anos, publicava
o primeiro poema:
– NEGRITUDE.
Numa camisa, escrito
a mão.
Sai pela cidade
de peito
aberto
como se fosse
um livro
escancarado numa
praça..
de guerra
Lembro-me
muito bem,
Todos leram-me da cabeça
aos pés.
Babilak Bah

“Encontro das Enxadas na Voz Zambi” – Babilak Bah & Zambiapunga.

Posted in Babilak Bah on fevereiro 26, 2014 by babilakbah

“Encontro das Enxadas na Voz Zambi”  – Babilak Bah & Zambiapunga.

ImagemÉ atribuído aos Bantus a criação do ferro e outro dado fundamental e marcante é a contribuição dos bantus à musica brasileira, foi com este objetivo que aprovei um projeto na Fundação Palmares no edital Ideias Criativas para dar inicio um trabalho de pesquisa com um dos grupos mais inusitado da cultura afro-brasileira – o Zambiapunga – na região Quilombola do oeste baiano, vou realizar a pesquisa intitulada: “Encontro das Enxadas na Voz Zambi“. Estou muito feliz por ter aprovado este projeto, sempre desejei criar este intercâmbio com o Grupo Cultural Zambiapunga.

Zambi ajuda a quem madruga, foram várias noites na elaboração desse projeto.

Previsto para iniciar depois do carnaval.