Archive for the Novos poemas Category

O Caos – porta do caos.

Posted in Novos poemas on setembro 1, 2014 by babilakbah

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Uma canção à mãe do mundo.

Posted in Novos poemas on maio 12, 2013 by babilakbah

Imagem

Uma canção para a mãe do mundo.

Ha trinta anos
Seguiu uma viagem que não teve retorno

Ha trinta anos
Presencio uma ausência que não tem nome

Ha trinta anos
Uma saudade me invade – habito um vazio

Ha trinta anos
Minha mãe me visita todos os dias

Ha trinta anos
Eu nascia pela segunda vez para o mundo.

Babilak Bah

sobre a escultura:

Uma obra da série de figuras grávidas, esculpida em madeira sucupira pelo artista Artista plástico Fory, nascido na cidade de Cachoeira – Bahia.

Poema objeto

Posted in Novos poemas on março 19, 2013 by babilakbah

 

 

 

 

 

ocaos caos6 caos4 caos3 caos2 caos1 cao5

No seio de Teresina.

Posted in Novos poemas on dezembro 13, 2012 by babilakbah

seio

Ser Tão

Posted in Novos poemas on setembro 3, 2012 by babilakbah

Todo choro foi pouco, toda felicidade é pequena

Todo choro foi pouco, toda felicidade é pequena

Todo choro foi pouco, toda felicidade é pequena

Todo choro foi pouco, toda felicidade é pequena…

PARTO PATERNO

Posted in Novos poemas on abril 28, 2012 by babilakbah

Triste

não é saber

que as mulheres

adoram os medíocres

Sofrido

é admitir

que sua filha

se apaixonou

por um

  Canalha…

     

Não tenho tempo para as coisas mornas.

Posted in Novos poemas on abril 24, 2012 by babilakbah

Com o olho sempre intenso

Debruço as mãos sobre ti

Me recolho em alta temperatura

Prefiro me queimar na fogueira

E afugentar o gelo…

( Não nego o que o desejo queira )

Abraço com ardor o que escolho

O mar que adentro

O  avião que me acolhe

Vibrante, me afogo em nuvens

Uivo como cão abandonado

Permaneço em meu silêncio

Coleciono a dor dos apaixonados

Trago a paixão ate nos dentes

Não faço vôo pela metade

E nem navego pelas beiradas

Gosto de mergulho

Tropeço em arranha-céus

Dialogo com paralelepípedo

Atravesso os entulhos

Escolho os meus precipícios

Invado o baile das intensidades

Não tenho tempo para Banho-maria

Não suporto coisas mornas.

Guardo o coração em fornalhas…

Babilak Bah


Saudade do tempo que eu tinha liberdade e a escolha de não fazer nada…

Posted in Novos poemas on abril 10, 2012 by babilakbah

Saudade do tempo que eu tinha liberdade e a escolha de não fazer nada

Saudade do tempo que eu tinha liberdade e a escolha de não fazer nada

Saudade do tempo que eu tinha liberdade e a escolha de não fazer nada

Saudade do tempo que eu tinha liberdade e a escolha de não fazer nada

Saudade do tempo que eu tinha liberdade e a escolha de não fazer nada

Saudade do tempo que eu tinha liberdade e a escolha de não fazer nada

Saudade do tempo que eu tinha liberdade e a escolha de não fazer nada

Saudade do tempo que eu tinha liberdade e a escolha de não fazer nada

Saudade do tempo que eu tinha liberdade e a escolha de não fazer nada

Saudade do tempo que eu tinha liberdade e a escolha de não fazer nadaImagem

Saudade do tempo que eu tinha liberdade e a escolha de não fazer nada

Saudade do tempo que eu tinha liberdade e a escolha de não fazer nada

Saudade do tempo que eu tinha liberdade e a escolha de não fazer nada

Saudade do tempo que eu tinha liberdade e a escolha de não fazer nada

Saudade do tempo que eu tinha liberdade e a escolha de não fazer nada

Saudade do tempo que eu tinha liberdade e a escolha de não fazer nada

Saudade do tempo que eu tinha liberdade e a escolha de não fazer nada

Saudade do tempo que eu tinha liberdade e a escolha de não fazer nada

Saudade do tempo que eu tinha liberdade e a escolha de não fazer nada

Saudade do tempo que eu tinha liberdade e a escolha de não fazer nada

NESTA HORA, SANTA.

Posted in Novos poemas on março 25, 2012 by babilakbah

KamaSutra

Nesta hora, santa

Se eu te pego potranca

Te agarro pelos pés

Nesta hora sagrada

Não te quero santa

O que me agrada

São tuas ancas

Mordo peito, pêlos

Suspiros tu me arrancas

Te devoro nesta hora

Minha flor, bela espanca

Santifico todo pecado

Costuro o peito eriçado

Entro em tuas pernas

Com meus galhos

Te quero de quatro, Madona,

de cocóra feito moça da zona

Misturo saliva com chocolate,

Faço um estudo de língua

Tua geografia, lambo, me sub-meto

Meto, conheço os 4 cantos sem cuidado

Eu úmido, o corpo da cadela molhado

Amanheço borrado de baton carmim.